domingo, 20 de outubro de 2013

Project Angels on Duty




projetoanjosdeplantao.blogspot.com.br
Projeto anjos de plantão is a blog created in memory of André Levi Naveiras Soares, who fought depression for ten years. Our desire is to share our experience and help others that feel trapped by this confusing and lonely disease. We are here to listen, to help, to hod your hands. You are not alone.

The name of this project came from an essay written by André when he was only five years old by the request of his teacher. She asked the children to write about professions. He chose to write about medical doctors. He wrote then: "Doctors are angels that God send to us to easy our pain and to help us when we need them". So, for André doctors were Angels on duty.
André at a train station in a city called Liria, Valencia State, Spain.
I took this photo myself at the sunrise. It was a beautiful and cold morning. We were about to take a trian to Valencia. Good times!!!!
Above André modelling for a sport's cloths calendar in Goiânia, Brazil.

sábado, 19 de outubro de 2013

Depois do adeus(aos que perderam entes queridos)



                         
                   

                     Foi um choque violento para mim. Eu tenho que dizer não só para mim, mas para nós, embora em nosso coração algo nos dizia que aquilo poderia acontecer. Conversávamos sempre sobre ele, sobre sua condição de saúde, mas nada poderia nos dar ideia do que seria saber que ele se foi. Na verdade nem pudemos descrever o que sentíamos na ocasião. Era como se estivéssemos em uma outra realidade. A dor era tão grande e intensa que não poderia descreve-la em palavras. Minha querida filha e eu nos sentimos, de repente impotentes, desamparadas, sós. Nos primeiros dias era como se o tempo houvesse parado e a mesma cena acontecesse vez traz vez em nossa mente. Penso que houve um deslocamento de alma. Aliás, penso que todas as vezes que sofremos um choque sofremos um deslocamento de alma. Para mim as emoções são geradas no campo energético, no corpo sutil e não no corpo físico, assim toda nossa estrutura fica abalada como uma árvore arrancada pela raiz. Eu sentia este colapso. Eu sabia que precisava tempo e precisava viver o processo antes de juntar os pedaços de mim espalhados pelo trauma daquele momento.
                    A perda é uma condição tão dramática para o ser humano que chega a ser uma tragédia. É a tragédia da vida: A perda. Não falamos muito dela justamente porque dói. Toda e qualquer perda nos causa sofrimento. Seria, em nossa concepção mais básica, como se a vida fosse apenas de ganhos, mas a verdade é que desde o momento de nosso nascimento começamos um processo de perda. Perdemos o aconchego  do ventre materno, somos desligados violentamente de nossa unidade com nossa mãe e, a partir daquele momento de nascimento precisamos lutar pela vida. Temos que respirar, que nos esforçar por comer, que lidar com as intempéries do ambiente, com a aspereza de tecidos tocando nossa pele e, ainda assim não nos damos conta que a vida é uma sucessão de ganhos e perdas. Ganhos quando nos alegramos com uma nova vida que chega(sendo que esta vida também está em processo de perda, mas parece ganho para nós), ganhos com nossas conquistas passageiras que cedo ou tarde perderemos, ganhos com relacionamentos, que com certeza durarão um período de tempo nesta dimensão, mas que obviamente perderemos algum dia. 
                Se a vida é assim, cheia de perdas, por que sofremos tanto quando perdemos alguém que amamos? por que não nos acostumamos a perder? 
                  Sofremos por apego. Sofremos por pensarmos que somos proprietários daquilo que nos foi emprestado.
                  Me lembro de que numa ocasião em que eu disse a Deus sobre meus filhos: "Deus, eu sei que essas crianças são tuas, não minhas. Eu sei que estão sob minha guarda para amá-las e cuida-las enquanto eu puder. Dê-me portanto condições para cuida-las, Senhor." Ele(ou  a energia maior do Universo) atendeu minha oração e me deu condições para seguir em frente no meu papel de cuidar aquelas preciosas vidas que Deus me emprestou por um tempo e eu fiquei imensamente grata. Mas, quando meu filho se foi eu me senti traída por Deus, como se Ele estivesse tirando algo que me pertencia. Não, ele não poderia ser meu. Ele pertence a Deus ao Universo. Ele sempre foi maior do que eu, do que este mundo. Este mundo não cabia sua alma, como poderia eu querer segurá-lo aqui onde ele sofria tão dolorosamenteEle era(creio que ainda seja e continuará a ser cada vez mais) uma alma nobre. Ele era maior que as pequenezes desta vida e ele ansiava por estar completo como era antes de nascer neste mundo. Então, por que eu queria tanto prolongar seu sofrimento?  Ele sofreu de depressão por dez anos. Tentou ao máximo se curar, mas não encontrou a luz no final do túnel, a única luz que encontrou foi a luz de regresso ao Lar. Nós o amamos tanto que sua ausência revelou uma profunda ausência de nós mesmos. Nos apegamos às suas fotos, embora às vezes sequer as pudéssemos olhar. Apegamos às suas roupas e por muitas vezes farejei suas coisas como um cão perdido fareja tentando encontrar o caminho de volta para casa. Éramos um tripé que, apoiando-se um no outro continuávamos a vida, agora falta um dos apoios e temos que aprender a nos apoiar em outras fontes para continuarmos de pé.
              Mas por que sofremos tanto? Eu já havia lido que para o Budismo o APEGO é a raiz dos sofrimentos: "Nascer é sofrer, envelhecer é sofrer, morrer é sofrer, estar unido com aquilo de que não gostamos é sofrer, separarmo-nos daquilo que amamos é sofrer, não conseguir o que queremos é sofrer". Para o budismo, todo esse sofrimento ultrapassa o mero desconforto físico e psicológico ao manchar a existência como um todo. Buda, no entanto, não negou a felicidade mundana, mas reconheceu que não podemos ter a expectativa de que ela dure — esse tipo de felicidade é impermanente, insatisfatória e sem essência.

“Sofremos, não porque somos basicamente maus ou porque merecemos ser punidos, mas por causa de três trágicos mal-entendidos. Primeiro, esperamos que aquilo que está em constante mudança seja previsível e possa ser aprisionado. [...] Em segundo lugar, procedemos como se fôssemos separados de todo o resto, como se fôssemos uma identidade permanente, quando, na verdade, nossa situação é ‘sem ego’. [...] Em terceiro lugar, procuramos a felicidade sempre nos lugares errados. O Buda chamou esse hábito de ‘confundir sofrimento com felicidade’, como uma mariposa que voa para a chama”. Segundo Pema Chödrön,  em Os Lugares Que Nos Assustam

               Eu sei de meu apego às minhas crias. Sei que vivi para eles e por eles. Mas, sei também que sofro da ilusão de que a morte é o fim, de que a separação é eterna e de que eu sou indivíduo separado do todo. Teoricamente eu sei que a morte, assim como o nascimento é apenas uma passagem, que a separação é temporária e que eu e todos nós fazemos parte de um único corpo eterno e eternamente presente. Todavia, ainda que eu tente fazer um "download" desta teoria para minhas emoções minha ilusão humana, racional é forte e me confunde. 
               Queridos, a separação é ilusão. A perda é ilusão, pois não se pode perder aquilo que se É. Se somos parte do mesmo corpo espiritual, estamos separados apenas na matéria, porém unidos quanto à nossa essência Divina. A separação ocorre porque a dimensão na qual vivemos não nos permite ver o que está ao nosso lado em outra frequência. Aquele que partiu apenas se mudou para outra frequência e, quando chegar nossa vez(com certeza chegará) estaremos na mesma frequência outra vez e assim poderemos nos juntar como se estivéssemos aqui. 
                 O ensinamento de Buda é profundo, pois todos estamos submetidos aos princípios universais e não podemos fugir deles. Se somos parte de Deus então como podemos estar separados? Podemos nos desapegar com segurança sabendo que aqueles que passaram por nossa vida cumpriram seu propósito e estão ligados a nós para sempre. Somos um grupo de almas afins e não há separação eterna. É só uma questão de tempo para que nos reunamos outra vez.
                    Sentiremos a ausência, choraremos a saudade, mas não há nada neste mundo que possa mudar a grande verdade de que continuamos juntos nessa teia Universal da existência. SOMOS TODOS UM e como UM continuaremos eternamente.
                    Saiba que seu ente querido está na luz e, na Luz reina apenas a o amor incondicional de Deus, a paz e a aceitação. Na luz não há julgamento, pois julgamento é condição humana. Na Luz existe apenas AMOR.

Que Deus conforte seus corações. E saiba que estamos aqui por você, conte conosco.
Nosso e-mail: associacaoanjosdeplantao@gmail.com  







terça-feira, 15 de outubro de 2013

O pássaro (considerações sobre vida e morte)

       



      Continuo minha jornada ainda sem compreender aonde vai chegar. Creio que nessa viagem o importante é o processo, o caminho, não o ponto de final. Estou tentando apreciar a paisagem, a experiencia e os contatos durante a caminhada. Assim, dia após dia novos detalhes se acrescentam à minha bagagem e outros são deixados  pelo caminho. Quero chegar no final leve, quero deixar para trás tudo aquilo que não necessito. Quero ser despida de meias verdades e saber a que vim afinal.
   Às 11:20 da noite de ontem, um pássaro entrou pela janela de meu quarto e assentou-se em uma caixa que estava em cima do guarda-roupas. Eu estava ainda sentada na cama pesquisando alguma coisa na internet. Olhei-o cuidadosamente. Era pequeno.  Estava pousado tranquilamente sobre a caixa.
“Não devo afugentá-lo.” Pensei. Levantei-me, fechei a janela com cuidado e puxei a cortina e, em seguida apaguei a luz  certificando-me de que ele permanecia ali, no mesmo lugar.
“Se ele se debater para sair mais tarde, eu o ajudo.” Pensei enquanto acostava em meu travesseiro grata por sentir sono.
                Na manhã seguinte procurei o bicho, mas não o encontrei, acreditei que houvesse encontrado alguma saída entre as poucas aberturas da casa.
                Em minha terapia naquela manhã relatei o fato à psicoterapeuta que me perguntou o que significava aquilo.
 “Qual o significado de um pássaro?” me perguntou.
“Liberdade... ?” respondi  insegura.
“Claro!” exclamou ela. “Seu filho sem dúvida quer lhe mostrar que encontrou a liberdade que estava buscando.” Para ela, e de certa forma para mim também, nenhum acontecimento é casual. Especialmente em momentos dramáticos os acontecimentos trazem figuras que compõe a realidade e tratam de dar sentido aos fatos. Fiquei feliz. Será que meu filho estaria em enviando uma mensagem como outros fatos que já haviam ocorrido depois de sua partida?
                Comentei com ela os pensamentos que tenho tido e que me sinto como se houvesse vindo à esta vida para despir-me de preconceitos.
“Sinto que estou sendo descascada.” Afirmei. “Como uma árvore do cerrado, sabe? Essas com cascas grossas. Sendo descascada, esfolada até chegar ao cerne.” Ela sorriu e balançou a cabeça concordando. Foi a imagem que me ocorreu para descrever a sensação de que um a um meus preconceitos estavam se desfazendo, mas à custa de muita dor.
“A dor amplia nossa visão da vida.” Disse ela. “É um aprendizado sim, aquele no qual você passa a ver o outro com outros olhos, que passa a ver o mundo com amplitude e o analisa com pensamentos próprios desfazendo-se de ideias pré-concebidas por outros ou pela sociedade de forma geral.”
              Um das maiores e mais difíceis lições a serem aprendidas para mim é, com certeza a aceitação da inevitável morte. Creio que todos temos problemas e tabus relativos a este tema. É o material proibido, a matéria adiada, a verdade desagradável que deve ser evitada  para não nos tirar o conforto que vivemos no momento presente e para nos desviar de confrontarmos aquilo que é natural e faz parte do que compõe o ser humano.
“Posso ler algo que escrevi?” perguntei.
“Claro.” Respondeu ela gentil como sempre.
                "Esta experiência me tem mostrado que a morte está intrínseca à vida assim como a vida à morte. –Comecei - A vida contém a morte. A cada dia, a cada hora, a cada minuto, a cada segundo ou milésimo de segundo  morremos e, nessa morte está a vida. É como se uma e outra dançassem a mesma música no baile do tempo entrelaçadas e desfrutando uma da companhia da outra. Ambas se co-dependem e uma se vangloria na outra. Não são opostas, como fomos ensinados a crer. São apenas imagem e sombra brincando no carrossel eterno da existência.  Sem a morte não há porque ter vida e sem a vida não existe morte. Essa imagem nublada projetada em nossa mente como o ponto final nada mais é que um refúgio para os cansaços dos viventes. Uma pausa na viagem. Um fôlego antes da batalha."
                “Você descreve aí a dualidade da vida. Não há dia sem noite, alegria sem tristeza, saúde sem doença.” Continuou ela. “O problema é que em nossa sociedade ocidental fomos ensinados o apego. Com o apego vem o amor e com o amor o sofrimento. Esse amor que na verdade não é amor, porque o verdadeiro amor liberta. O amor apego é egoísmo e é doloroso.”
                “Bem, acho que estou progredindo.” Afirmei satisfeita.
                “Tenho certeza que sim.” Confirmou minha sábia terapeuta.
                Quando cheguei em casa procurei pelo pássaro uma vez mais. O encontrei morto sobre o tapete ao lado da cama. Não tinha sinais de ferimentos e ainda estava morno. Seu corpinho frágil estava flexível como se me houvesse esperado para morrer.
                “Veio para morrer perto de  mim.” Pensei. Talvez se tratasse de um pássaro velho ou, quem sabe, estava doente. O fato é que ele queria morrer e veio para morrer perto de mim. Talvez sentisse que eu compreenderia sua partida. E eu sinto que sou a beneficiária de toda esta experiência.
“Será que meu filho veio para morrer perto de mim também?" Me perguntei.
Que imensas lições a vida e a morte nos tem a ensinar. Estamos envoltos neste processo existencial sujeitos a todo tipo de experiência, mas elas somente passarão para nossa alma se forem processadas, aceitas como inevitáveis e somente quando formos capazes de agradecer por elas com sinceridade.
“Eu estou aprendendo muito com o André.” Disse a terapeuta sorrindo enquanto saíamos do consultório naquela manhã. Ela comentava  lembrando a nós duas que esse processo de análise tem a ver com partida dele e sua jornada sobre a terra.

“Eu sei.” -Afirmei orgulhosa- “Ele é muito especial.” 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Carta ao André

Filho, não tenho palavras para expressar o que sinto. Uma saudade imensa, uma dor calma e refinada pelos anos de conviver com você. Uma gratidão infinita por ter tido você ao meu lado. Uma tristeza aguda por saber que você não está mais aqui. Eu sei, filho, que você  apenas não está aqui, mas continua sua jornada de aperfeiçoamento daquilo que já é perfeito. Porém sinto sua falta. Sua ausência dói como a dor daqueles que tem água e não podem beber, que tem comida e não podem comer. É como viver sem aquela parte de mim que estava acostumada a buscar o improvável.  Aquela parte irreverente e diferente que percebia coisas que outros não veem. Aquela parte  mística ainda que jovem e inocente ainda que sábia. Todavia continuo a aprender com você e com o legado que nos deixou. Com a tolerância e aceitação do que é diferente. Esse respeito imenso que você tinha pelo outro, pela natureza, pelos animais, pelos que sofrem. Tudo isso, filho, são coisas que levamos inúmeras vidas para aprender e você já as tinha prontas desde que veio para esta vida. Elas fazem parte daquilo que você é. E isto, filho, é a maior qualidade que um ser humano pode ter, é uma qualidade divina, uma qualidade crística. Obrigado por me mostrar esse lado da vida. Um lado sem preconceitos, de pura aceitação. Isso, filho, se chama amor.
 Te amo, André. Te amo.

sábado, 12 de outubro de 2013

Dia da criança. (um alerta sobre a depressão infantil)

                      Hoje, 12 de outubro é o dia da criança no Brasil. Este dia foi estabelecido com a finalidade de chamar a atenção para os problemas da infância como abandono, trabalho escravo infantil, violência contra a criança, pobreza e uma série de outros problemas que esses cidadãos indefesos enfrentam em seu dia a dia. Contudo, nós pais, mestres e parentes confundimos o  propósito primeiro do projeto e a intenção por detrás do mesmo e passamos a tratar o assunto com a mesma superficialidade que vivemos nossas vidas. Continuamos a focar a atenção no material e assim enchemos nossos pequenos de presentes e cada vez mais caros e sofisticados como se estes pudessem substituir nossa presença, nosso carinho, afeto e verdadeira atenção.
                    Sem dúvida, existem crianças em situação de abandono dentro da família. Crianças criadas por uma babá eletrônica e pelas instituições de ensino. Essas crianças são, assim como as crianças abandonadas, deixadas à própria sorte e à sua própria capacidade de interpretação do mundo. O diálogo não existe e a criança aprende por observar outros. Os  modelos a seguir já não são os pais, mas aquilo que apreciam fora de casa. Hoje muitas crianças sofrem de solidão.
                       Infelizmente, atualmente quase todas as crianças que não se enquadram aos padrões pré- estabelecidos pela sociedade são taxadas como crianças com HIPERATIVIDADE ou alguma síndrome e são levadas à medicação muito cedo. É uma maneira de "solucionar nosso problema". Acalma-se a criança porém não se observa sua necessidade primária. Na maioria das vezes estas crianças estão suplicando por socorro. Estão dizendo que algo não vai bem, que precisam de um "colo" verdadeiro. Afinal, são apenas crianças e ainda não estão prontas para tudo aquilo que nós adultos as expomos.
                        Em toda a história nunca houve tantos casos de depressão infantil. Depressão pode ser causada por estres, a perda ou um frustração intensa. Às vezes, acontece sem uma razão aparente. Depressão pode ser o resultado de um desbalanceamento químico no corpo da pessoa e algumas pessoas nascem com tendencia a se tornarem depressivas.
                             Às vezes é difícil para o adulto compreender a depressão infantil pois ele olha para os problemas da criança de seu ponto de vista e não a partir da compreensão dela. O que para o adulto é um problema simples de ser solucionado para a criança pode tomar dimensões acima de sua capacidade de lidar com o mesmo.
                           Alguns sintomas como notas baixas, problemas na escola, desinteresse, dores, mudança no hábito alimentar, alteração no sono assim como sinais de infelicidade, preocupação, culpa, raiva, medo, sensação de incapacidade, de desesperança, solidão ou sensação de rejeição podem demonstrar que esta criança está sofrendo de depressão. É necessário conversar com a criança, ouvi-la e permitir que ela confie em  nós o suficiente para se abrir e expor sua dor. A depressão pode e deve ser tratada,  porém muitas vezes é necessário procurar a ajuda de um profissional especializado.
                               Pais e guardiões, crescer dói. Temos que estar atentos aos nossos pequenos e dar crédito à nossa intuição de pais e amigos de nossos filhos.  Não há presente maior que a criança possa ganhar que o amor verdadeiro, a confiança e o aconchego familiar. Estas são as verdadeiras bases que formarão seu caráter e o ajudarão a ser tudo aquilo que nascera para ser.